Homem que atirou perto da Casa Branca é abatido
Publicado originalmente por Redação Timeline em 24/05/2026
O atirador já havia tentado invadir a Casa Branca
WASHINGTON, 23 de maio de 2026 — Washington viveu momentos de tensão na tarde de 23 de maio, quando disparos foram registrados nas proximidades da Casa Branca, desencadeando uma rápida resposta do Se…
WASHINGTON, 24 de maio de 2026 — A capital dos Estados Unidos viveu mais um episódio explosivo envolvendo a segurança da Casa Branca. No fim da tarde deste sábado (23), um homem identificado como Nasire Best, de 21 anos, abriu fogo contra agentes do Serviço Secreto americano em um dos pontos mais sensíveis de Washington D.C., exatamente ao lado do perímetro presidencial.
O ataque aconteceu por volta das 18h, na esquina da 17th Street com a Pennsylvania Avenue NW, uma das áreas mais vigiadas do planeta. Segundo o Serviço Secreto, Best sacou um revólver de dentro da bolsa e começou a atirar contra os agentes responsáveis pela proteção externa da Casa Branca. A resposta veio imediatamente. Os agentes reagiram e atingiram o suspeito mortalmente.
Nasire Best foi levado ao George Washington University Hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Nenhum agente ficou ferido. Um pedestre que passava pela região acabou atingido durante o tiroteio e permanece em estado grave.
Donald Trump estava dentro da Casa Branca no momento do ataque, mas, segundo as autoridades, nunca chegou a correr risco direto. Ainda assim, a região foi imediatamente bloqueada, transformando o centro político americano em uma verdadeira zona de contenção por cerca de uma hora.
O detalhe mais perturbador da história é que Nasire Best já era conhecido pelas autoridades federais. Em julho de 2025, ele tentou entrar na Casa Branca e acabou preso. Na ocasião, foi submetido a avaliação psiquiátrica e recebeu uma ordem formal para se manter afastado do complexo presidencial.
De acordo com relatos oficiais, Best sofria de graves distúrbios mentais e acreditava ser a reencarnação de Jesus Cristo. Há meses ele já vinha sendo visto rondando pontos de controle e áreas próximas ao perímetro de segurança presidencial.
O caso reacende um debate incômodo nos Estados Unidos: quantos indivíduos monitorados pelas autoridades continuam circulando livremente mesmo após episódios anteriores envolvendo risco à segurança nacional?
O comentarista conservador Nick Sortor resumiu o sentimento de parte da direita americana em uma publicação dura no X. Ao revelar a identidade do atirador, Sortor afirmou que Best havia tentado “infiltrar” a Casa Branca diversas vezes e encerrou dizendo: “Good riddance” — algo próximo de “ainda bem que se foi”.
O episódio expõe novamente o clima de tensão permanente em Washington, onde a Casa Branca se tornou não apenas o centro do poder americano, mas também um alvo constante de indivíduos radicalizados, instáveis ou simplesmente invisíveis para um sistema incapaz de impedir reincidências perigosas mesmo após alertas anteriores.




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