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Lula estava com medo da imprensa americana

Oct 3
2 min read

Publicado originalmente por Redação Timeline em 07/05/2026

O pedido para ter uma reunião a portas fechadas veio de Lula, não de Trump


WASHINGTON, 7 de maio de 2026 — Uma fonte familiarizada com a reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ao site conservador Daily Wire que integrantes da delegação brasileira teriam preferido manter a imprensa fora do encontro no Salão Oval para evitar perguntas consideradas sensíveis sobre declarações anteriores de Lula contra Trump e seu governo.

A informação foi publicada no X (antigo Twitter) pela jornalista Mary Margaret Olohan. Segundo a publicação, a fonte afirmou que “os brasileiros não queriam a imprensa na sala porque o presidente Lula teria de responder perguntas difíceis” relacionadas a comentários passados sobre Trump e sua administração.

A reunião entre os dois presidentes ocorreu a portas fechadas e sem acesso da imprensa, quebrando parcialmente a expectativa inicial de cobertura aberta no Salão Oval. As declarações públicas previstas para o início da tarde sofreram atraso de quase uma hora, enquanto jornalistas aguardavam na sala de coletivas da Casa Branca.

Mais cedo, Trump classificou Lula como um presidente “muito dinâmico” e afirmou em publicação na Truth Social que a reunião “foi muito bem”, acrescentando que novos encontros poderão ocorrer nos próximos meses.

Apesar do tom cordial adotado publicamente pelos dois governos, o encontro ocorreu em meio a resistências de setores conservadores americanos em relação ao governo brasileiro. O deputado republicano Carlos Giménez afirmou nesta quinta-feira que Lula “não é respeitado em Washington” e o chamou de “criminoso corrupto” aliado de “ditaduras” como Cuba e Venezuela.

A reunião contou ainda com a presença do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e do secretário de Comércio, Howard Lutnick. A participação de Bessent atraiu atenção especial após o Tesouro americano ter sancionado o ministro do STF Alexandre de Moraes sob a Lei Global Magnitsky em 2025.

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