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RESUMO DE NOTÍCIAS – 11/07/2025

4 de out.
3 min de leitura

Publicado originalmente por Redação Timeline em 11/07/2025

A união contra a tirania, Moraes é o maior culpado e mais um político do PT envolvido com facções criminosas

A união contra Moraes e Lula

Lula deu entrevistas à Rede Record e à Rede Globo ontem. Ele confirmou que o Brics é um bloco antiamericano e defendeu o absurdo julgamento de Jair Bolsonaro no STF. Sobre as críticas a Trump, de que ele quer interferir no Judiciário brasileiro, a repórter Délis Ortiz perguntou sobre o apoio de Lula à libertação da ex-presidente argentina Cristina Kirchner. Ela foi condenada em última instância, pela Suprema Corte, por corrupção. Lula disse que fez uma “visita humanitária” à peronista em Buenos Aires, sem explicar por que posou para uma foto segurando um cartaz em que se lia “Cristina libre”.

Lula quer conversar com os exportadores brasileiros e quer que eles se aliem ao governo brasileiro contra os Estados Unidos. O ideal seria que os empresários entendessem que Lula é um grande problema, é um aliado de Alexandre de Moraes, e que é preciso, de alguma forma, reagir à tirania imposta pela aliança entre STF e PT.

Eduardo Bolsonaro aponta o culpado: Alexandre de Moraes

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro afirmou que só o ministro do STF Alexandre de Moraes pode impedir que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, taxe em 50% os produtos brasileiros. Eduardo culpou Moraes pela crise: “Cabe ao Alexandre de Moraes consertar tudo isso, ele tem o poder da caneta. O Trump começa a carta falando “Bolsonaro e seus aliados”… A gente pode começar fazendo uma verdadeira anistia ampla, está aí uma oportunidade para começar uma mesa de diálogo”.

Na avaliação de Eduardo, embora Lula tenha contribuído para o tensionamento com os Estados Unidos, a principal causa da crise é a atuação do STF: “Se formos analisar a carta do Trump para Lula, os problemas ali são quase todos relativos ao Alexandre de Moraes”.

Steve Bannon cobra a anulação das ações contra Bolsonaro

O ex-estrategista de Donald Trump Steve Bannon disse que, se o Brasil extinguir os processos judiciais nos quais Bolsonaro é réu, o governo de Donald Trump retiraria as tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros: “Derrubem o caso, derrubamos as tarifas”.

Segundo Bannon, os brasileiros ainda podem esperar “mais ações” do governo americano. Ele cita particularmente sanções financeiras contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, por meio da Lei Magnitsky.

A turminha do Boulos na Paulista

Foi um fracasso a manifestação convocada por Guilherme Boulos na Avenida Paulista. As imagens mostram bem menos gente do que na última manifestação convocada por Bolsonaro, que foi a mais vazia desde que ele deixou a presidência. Mesmo assim, a USP teve a coragem de dizer que no grupelho de Boulos havia 15.100 pessoas, 3 mil a mais do que no ato de Bolsonaro.

O mote da manifestação de ontem era “Congresso, inimigo do povo”. A turma do Boulos também protestou contra as medidas anunciadas por Trump que atingem produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos, mas quer que o governo Lula possa cobrar mais impostos… Além dos discursos contra o Congresso e os Estados Unidos, houve ataques à Israel e apoio aos terroristas do Hamas.

Vereadora do PT era tesoureira do tráfico

A vereadora Elisane Rodrigues dos Santos, do PT, encontrada morta com várias facadas em 17 de junho, em Formigueiro, na região central do Rio Grande do Sul, atuaria como “tesoureira” de uma facção criminosa envolvida com o tráfico de drogas. Isso foi confirmado em depoimento à polícia pelo próprio filho da vítima. Ele também tem ligação com o tráfico.

A vereadora do PT teria uma dívida com a facção e por isso teria sido morta. O assassinato dela foi usado por políticos do PT para protestar contra o feminicídio e os crimes políticos… Até a Janja entrou na onda. Nas redes sociais, ela escreveu que “a violência contra as mulheres é uma realidade cruel e inadmissível”.

Fim da aprovação automática: chega de moleza nas escolas

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o PL (projeto de Lei) 5136 de 2019 que põe fim à aprovação automática nas escolas brasileiras. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), relator do projeto, foi o responsável pelo voto de minerva que garantiu a aprovação. Como relator da proposta, coube a Nikolas o voto de desempate: “O voto de minerva é do relator! Pelo destino ou por providência divina, o meu voto é sim”. O texto é de autoria do deputado Bibo Nunes (PL-RS).

O projeto, que segue para votação no plenário, propõe que a progressão automática de estudantes, em que alunos do ensino fundamental e ensino médio são aprovados para a série seguinte mesmo com desempenho insuficiente, seja proibida nas redes pública e privada.

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