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RESUMO DE NOTÍCIAS - 18/03/2025

Oct 4
6 min read

Publicado originalmente por Redação Timeline em 18/03/2025

Eduardo Bolsonaro resolve ficar nos EUA, mais falcatrua de Lula e mais números positivos da Argentina, de Javier Milei 


Eduardo pelo Brasil e contra a tirania

O deputado federal Eduardo Bolsonaro anunciou hoje, no fim da manhã, que vai se licenciar do cargo por tempo indeterminado. Quem assume no lugar dele é o Missionário Olímpio. Eduardo resolveu permanecer nos Estados Unidos, para enfrentar a ditadura do STF. Ele deveria assumir a presidência da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, mas considerou que será mais útil ao Brasil lutando fora do país contra a tirania imposta pela aliança entre STF e PT. O mais cotado para comandar a CREDN agora é o deputado Coronel Zucco.

O Conversa Timeline de hoje fez uma longa e emocionante entrevista com Eduardo Bolsonaro. Ele explicou por que decidiu não voltar ao Brasil, o que pode fazer pelo país estando nos Estados Unidos e falou da dificuldade que foi tomar essa decisão... Quando perguntado sobre as conversas que teve com Jair Bolsonaro, antes de optar por deixar temporariamente a Câmara dos Deputados, Eduardo se emocionou...

Se você perdeu a entrevista, acesse o canal Conversa Timeline no YouTube. Com certeza, a luta do Brasil de verdade por liberdade, pelo cumprimento das leis fica mais forte a partir de agora.

 

Cego, ingênuo ou cúmplice?

A Folha de São Paulo publicou hoje o editorial “Política deveria ficar fora do julgamento de Bolsonaro”. Pelo título, dá até para acreditar que o texto tem o tom correto e defende os fatos e a legalidade. Não é nada disso… A Folha indica que Bolsonaro já deveria ter desistido das eleições de 2026, “uma vez que está inelegível”… As condenações fajutas que o impedem de ser candidato não são questionadas.

O editorial também afirma que “a defesa técnica de Bolsonaro no Supremo acaba prejudicada pelo seu ativismo”: “Já não seria fácil, em condições normais, contraditar a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República, tanto menos com o acusado incitando parlamentares a anular os efeitos de decisões do tribunal constitucional”. Pois bem, a denúncia é fajuta, as decisões do STF sobre os presos políticos do 8 de Janeiro são fajutas e o Supremo, faz tempo, deixou de ser um tribunal constitucional. O editorial ignora tudo isso.

A Folha diz que “Bolsonaro seguiu o caminho da radicalização e do flerte com soluções autoritárias”. Num país que tem na presidência alguém condenado em três instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro e que livra todos os corruptos, os conceitos de “radicalização” e “solução autoritária” da Folha estão certamente furados.

Por fim, o jornal torce, como o título indica, para que o julgamento de Bolsonaro seja justo, “com julgadores equidistantes de acusação e defesa, adotando todos os procedimentos garantidores do amplo contraditório e do devido processo legal”, e para que eles “formem seu juízo com bases estritamente técnicas”. Por favor, digam: o que é um jornal que prefere a cegueira e a “ingenuidade”?

 

Mais uma falcatrua

O indicado de Lula para compor a diretoria da Agência Nacional de Mineração vai ter de lidar com processos de mineradoras que empregam sua mulher e seu filho… José Fernandes de Mendonça Gomes informou ao Senado, que fará a sabatina dele, que não tem parentes que exercem ou exerceram atividades vinculadas à área de mineração, o que não é verdade.

Ele é pai de Caio Brilhante Gomes, consultor jurídico da Aura Minerals, mineradora do Canadá que extrai ouro em Mato Grosso e Tocantins e tem projetos no Pará e no Rio Grande do Norte. A Aura Minerals tem 117 processos ativos na ANM.

A mulher de Gomes também presta serviço para mineradoras. Poliana Bentes tem uma empresa de consultoria que cuida das relações institucionais e governamentais da companhia. Entre seus principais clientes está a mineradora Bemisa, que tem vários projetos no Brasil e que teria 333 processos ativos na ANM. A empresa diz que, na verdade, são “apenas” 154, porque o site da agência está desatualizado.

 

Os conselheiros imprestáveis

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo administrativo para apurar possíveis irregularidades na nomeação de três ministros do governo Lula para cargos em conselho de empresa privada. Para o órgão, que regula o mercado de capitais, os titulares da Previdência, Carlos Lupi, da Igualdade Racial, Anielle Franco, e da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, deveriam ter realizado consulta formal sobre eventual conflito de interesses antes de assumirem cadeiras no Conselho de Administração da Tupy, uma metalúrgica multinacional com ações negociadas na Bolsa de Valores.

Os mandatos dos três na empresa tiveram início em 2023 por indicação da BNDES Participações (BNDESPar), estatal que detém 28,19% das ações da Tupy. A remuneração paga pela mineradora aos membros do Conselho de Administração em 2024 foi de R$ 4,28 milhões, o equivalente, na média, a R$ 39 mil por mês para cada um deles. Houve, ainda, proventos de R$ 1,77 milhão por participações em comitês. Somados os ganhos pelo cargo público e pela atuação na empresa, Lupi, Anielle e Vinícius receberam valores mensais acima de R$ 83 mil, quase o dobro do teto do funcionalismo público federal, hoje de R$ 46 mil. E ainda é preciso perguntar: eles têm qualificação para fazer parte do conselho de uma empresa de mineração? Ou seja, está tudo errado.

 

As empresas do Lula

Hoje o Estadão publicou o editorial “O orçamento paralelo de Itaipu”. O subtítulo é: “Usina destina R$ 752 milhões para universidade do Paraná, tudo fora do Orçamento da União. Ou seja, o consumidor de energia é quem está pagando pela obra, sem qualquer controle público”. Alguns trechos do artigo: “O financiamento que a usina hidrelétrica de Itaipu se prepara para liberar para as obras da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), no Paraná, é o mais recente exemplo da forma deturpada com que Lula coloca as estatais federais a serviço dos interesses do lulopetismo e de suas ambições políticas. Com tamanha sobra de recursos, a usina deveria contribuir para a redução das tarifas da energia que produz, tornando mais baratas as contas de luz dos brasileiros, mas, em vez disso, é fartamente usada como parte de uma espécie de ‘orçamento paralelo’ para bancar os gastos do governo, sem qualquer controle público ou necessidade de negociação política”.

O editorial ainda aponta que, desde 2023, sob a gestão de Lula, o número de municípios beneficiados pela usina saltou de 54 para 434, “tornando a empresa uma generosa fonte de recursos federais para todas as cidades do Paraná e mais de 35 em Mato Grosso do Sul. Os gastos são contabilizados pela usina no item ‘outras despesas de exploração’ e incluem itens sem qualquer relação com a geração de energia, como projetos e obras sociais, infraestrutura, apoio cultural e preservação ambiental, entre outros. Essas despesas contribuem para deixar a tarifa de energia mais cara”.

O uso político das estatais, com abertura para casos de má gestão e, pior, de corrupção nessas empresas, é marca dos governos do PT. Tirar do Orçamento os “investimentos sociais” que essas companhias fazem é mais uma falcatrua do partido, numa série de ações absurdas.

 

Não tem mais fila no SUS

Virou bagunça. Os dados sobre a saúde não estão completos. Há um apagão que impede uma gestão aceitável do setor pelo governo federal. No total, 13 estados nem fornecem informações regulares. E os dados disponíveis mostram um quadro preocupante. As informações sobre o Sistema Único de Saúde obtidas junto ao Ministério da Saúde apontam que quase 6 milhões de brasileiros estão à espera de uma consulta e que mais de 600 mil aguardam uma cirurgia. Pelos dados disponíveis, a espera média para cirurgia é de 52 dias, seis vezes o que era registrado em 2013. Para consulta com especialista, a demora chega a 57 dias (o triplo de 2010). Para quem prometia acabar com as filas no Sistema Único de Saúde, Lula vai muito bem… Ah, e viva o SUS!

 

Argentina, chore pelo Brasil

Depois do anúncio de uma inflação anualizada de 66,9% em fevereiro, uma queda de 144,5 pontos percentuais em apenas um ano e dois meses, o governo Javier Milei comemora outro bom número da economia da Argentina. No mês passado, o país registrou um superávit fiscal primário e um superávit financeiro no setor público. O superávit fiscal primário chegou ao equivalente a R$ 6,2 bilhões, 0,5% do Produto Interno Bruto. Foi o 13º superávit mensal em 14 meses de governo Milei. O setor público, ao mesmo tempo, teve superávit financeiro de R$ 1,6 bilhão em fevereiro, 0,1% do PIB.

As fórmulas que dão certo são conhecidas. Gastar menos do que se arrecada é uma delas. Quem não segue esse caminho deseja verdadeiramente o empobrecimento da população… É o caso, claro, do Lula.

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