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RESUMO DE NOTÍCIAS – 23/09/2025

4 de out.
8 min de leitura

Publicado originalmente por Redação Timeline em 23/09/2025

As mentiras de Lula na ONU, a armadilha de Trump para o petista e mais Magnitsky contra Moraes

As mentiras e bobagens de Lula na ONU

Lula abriu seu discurso na Assembleia-Geral da ONU afirmando que o “multilateralismo está diante de nova encruzilhada”, que “a autoridade da ONU está em xeque”. Ele disse o seguinte: “Assistimos à consolidação de uma desordem internacional, marcada por sucessivas concessões à política do poder. Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando regra”.

Lula fez um protesto contra o autoritarismo, não, obviamente aquele promovido por ele e pela sua turma. Falou de “forças antidemocráticas que tentam subjugar instituições e sufocar as liberdades”… Nada que ele e seus cúmplices de ocasião no STF façam diariamente… O petista acusou os outros daquilo que seu grupo faz: “cultuar a violência, exaltar a ignorância, atuando como milícias físicas e digitais e cerceando a imprensa”.

Lula afirmou que não há justificativa para as medidas unilaterais e arbitrárias contra as instituições e a economia brasileiras: “A agressão contra a independência do Poder Judiciário é inaceitável”. Ele acusou a “extrema direita” de estar por trás das sanções impostas pelo governo Trump.

Lula citou a condenação de Bolsonaro como se ela fosse absolutamente legal… Afirmou que Bolsonaro teve amplo direito à defesa…

Aí Lula partiu para a conversinha de sempre: combate às desigualdades sociais, à fome, com as mentiras e bobagens de sempre. Defendeu a taxação dos mais ricos e a censura às redes sociais…

Depois, ainda defendeu facções criminosas, afirmando que considerá-las grupos terroristas não é o caminho para combater o tráfico de drogas.

Lula criticou os ataques feitos pelos Estados Unidos a barcos usados por traficantes no Mar do Caribe. E defendeu as ditaduras da Venezuela e de Cuba…

Sobre a guerra contra o grupo terrorista Hamas, o petista voltou a afirmar que Israel promove o genocídio de palestinos em Gaza. Falou que sob os escombros da cidade estão “sepultados milhares de crianças e mulheres palestinas”…

E Lula ainda falou do tal “aquecimento global”, como se o planeta fosse terminar depois de amanhã e que o grande vilão nessa história é o ser humano”…

Trump diz em discurso que vai conversar com Lula

Donald Trump falou logo depois de Lula na Assembleia-Geral da ONU. Durante seu discurso, o presidente americano citou o encontro de alguns segundos que teve com Lula, na antessala que dava acesso ao plenário das Nações Unidas. Ele disse que gostou muito do petista e que Lula teria gostado dele… E ainda anunciou que os dois combinaram de conversar na semana que vem.

Trump é um gênio. Depois de elogiar o brasileiro, disse que o Brasil, sem os Estados Unidos, vai continuar indo mal. Deixou o petista numa situação incômoda: Lula terá de ir à mesa de negociações para ouvir verdades, sem ter como cumprir o que o governo americano está impondo como defesa da liberdade no Brasil.

Mais Magnitsky contra a família Moraes

As novas sanções do governo americano, por meio da Lei Magnitsky, atingiram a mulher do ministro do STF Alexandre de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o instituto da família, o Lex Instituto de Estudos Jurídicos Ltda. Viviane entrou na mira depois que os Estados Unidos avaliaram que o escritório da advogada seria impulsionado pela atuação de Alexandre na Suprema Corte e que ela ajudava o marido a burlar as sanções americanas.

Com a aplicação da Lei Magnitsky, Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex não poderão mais fazer negócios com cidadãos nascidos nos Estados Unidos ou que tenham relações com o país. Também não poderão utilizar cartões de crédito e serviços bancários de empresas americanas.

Teoricamente, nenhuma empresa dos Estados Unidos ou que faça negócios com o país pode se relacionar com sancionados.

Até mesmo os clientes do escritório de advocacia da mulher de Moraes podem sofrer sanções secundárias da Magnitsky. Qualquer tipo de pagamento feito ao escritório e ao Instituto Lex pode ser considerado uma forma de burlar as sanções impostas a Alexandre de Moraes…

O que faz, afinal, o Instituto Lex, da família Moraes?

O Lex Instituto de Estudos Jurídicos foi criado pela família Moraes no ano 2000. O capital social informado foi R$ 5 milhões. Não dá para saber que tipo de serviço ou produto o tal instituto realmente oferece… O Lex não tem página na internet, nem redes sociais. O endereço da sede é o mesmo do escritório de advocacia da família. E todos os imóveis de Alexandre de Moraes e da mulher estão no nome do instituto. São 12 no total, incluindo o apartamento da família no Jardim Europa, que vale mais de R$ 20 milhões, a sede do escritório de advocacia e do Lex, no mesmo bairro, e dois imóveis adquiridos este ano: um apartamento duplex de 365 m² em Campos do Jordão, comprado oficialmente por R$ 4 milhões, mas que vale R$ 7 milhões, e uma mansão em Brasília que custou R$ 12 milhões.

As mentiras de Moraes em protesto contra a Magnitsky

Alexandre de Moraes classificou como ilegais e lamentáveis as sanções impostas pelos Estados Unidos, por meio da Lei Magnitsky, contra sua mulher. Ele divulgou uma nota:

“A ilegal e lamentável aplicação da Lei Magnitsky à minha esposa não só contrasta com a história dos Estados Unidos da América, de respeito à lei e aos direitos fundamentais, como também violenta o Direito Internacional, a Soberania do Brasil e a independência do Judiciário.

Independência do Judiciário, coragem institucional e defesa da Soberania nacional fazem parte do universo republicano dos juízes brasileiros, que não aceitarão coações ou obstruções no exercício de sua missão constitucional conferida soberanamente pelo Povo brasileiro.

As instituições brasileiras são fortes e sólidas. O caminho é o respeito à Constituição, não havendo possibilidade constitucional de impunidade, omissão ou covarde apaziguamento.

Como integrante do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, continuarei a cumprir minha missão constitucional de julgar com independência e imparcialidade”.

STF dividido na resposta aos Estados Unidos

O STF lamentou as sanções impostas pelos Estados Unidos contra a mulher do ministro Alexandre de Moraes e afirmou que as autoridades americanas foram convencidas por “narrativas que não correspondem aos fatos”.

O Supremo classificou a ampliação da Lei Magnitsky como uma injustiça e destacou que, “se, na sanção a um juiz por sua atuação independente e dentro das leis e da Constituição, há injustiça, ainda mais injusta é a ampliação das medidas para alcançar um familiar do magistrado”.

Informações de bastidores indicam que o STF se dividiu sobre a nota oficial. Parte dos ministros não queria que o documento fosse emitido, e alguns não concordaram com o teor, que consideraram político.

Messias e mais seis perdem visto americano

O governo Trump também tirou o visto de sete autoridades brasileiras. Os impactados foram Jorge Messias, advogado-geral da União; José Levi, ex-secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral na gestão de Alexandre de Moraes; Benedito Gonçalves, ex-ministro do TSE; Airton Vieira, juiz auxiliar de Moraes no STF; Marco Antonio Martin Vargas, ex-assessor eleitoral; Rafael Henrique Tamai Rocha, juiz auxiliar de Moraes; e Cristina Yukiko Kusahara, chefe de gabinete de Alexandre de Moraes.

Os parentes imediatos de todos eles, como cônjuges e filhos, também tiveram os vistos cancelados.

As autoridades foram sancionadas porque, na visão dos Estados Unidos, atuaram para impedir a liberdade de expressão ao bloquear perfis de usuários em redes sociais.

Embaixada americana dá recado à turma de Moraes

A embaixada dos Estados Unidos em Brasília se manifestou, depois das novas sanções contra autoridades brasileiras, por meio da Lei Magnitsky e da revogação de vistos.

Em texto divulgado pela conta oficial da embaixada na rede social X, usando uma declaração do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, a representação diplomática disse que as sanções devem servir de aviso: “Os Estados Unidos estão sancionando uma rede-chave de apoio ao violador de direitos humanos Alexandre de Moraes, incluindo sua esposa e a holding deles, o Instituto Lex. Que isso sirva de aviso a quem ameace os interesses dos Estados Unidos, protegendo e respaldando atores estrangeiros como Moraes: vocês serão responsabilizados”.

Itamaraty mente em nota sobre novas sanções

Em nota, o Itamaraty afirmou que as novas sanções são mais uma tentativa de interferência dos Estados Unidos em assuntos internos, com justificativas falsas: “Em nova tentativa de ingerência indevida em assuntos internos brasileiros, o governo norte-americano tentou justificar com inverdades a adoção da medida. Esse novo ataque à soberania brasileira não logrará seu objetivo de beneficiar aqueles que lideraram a tentativa frustrada de golpe de Estado, alguns dos quais já foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal. O Brasil não se curvará a mais essa agressão”.

Messias agride língua portuguesa em sua “defesa”

O advogado-geral da União, Jorge Messias, se manifestou nas redes sociais. A primeira versão do texto tinha um erro de concordância verbal e de pontuação já na primeira frase… Messias escreveu: “As mais recentes medidas aplicadas pelo governo dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras e familiares, agrava um desarrazoado conjunto de ações unilaterais…” Depois, ele corrigiu o verbo: saiu ‘agrava’ e entrou ‘agravam’, já que o sujeito era: “as mais recentes medidas aplicadas…”. Só que a vírgula entre o sujeito e o verbo foi mantida.

PGR denuncia Eduardo Bolsonaro e Figueiredo

Nessa segunda-feira, a Procuradoria-Geral da República apresentou denúncia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo. Segundo a PGR, eles “ameaçavam as autoridades judiciárias e de outros Poderes” quando diziam conseguir sanções com autoridades americanas.

Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, os “denunciados empenharam-se, de forma reiterada, em submeter os interesses da República e de toda a coletividade aos seus próprios desígnios pessoais e familiares”.

Se a denúncia for aceita pelo STF, os dois vão responder pelo crime de coação previsto no Código Penal (art. 344), que consiste em “usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial, policial ou administrativo, ou em juízo arbitral”.

Jair Bolsonaro, que tinha sido incluído no mesmo inquérito, não foi denunciado. Se a prisão dele se baseou nessa ação, desaparece o pressuposto que a sustentava. Nessa hipótese, a prisão se torna ilegal por ausência de justa causa e deve ser imediatamente revogada.

Motta quer cassar mandato de Eduardo

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, barrou a indicação feita pelo PL para que Eduardo Bolsonaro fosse o líder da minoria na Casa.

Com isso, o filho do ex-presidente vai continuar tendo faltas computadas e pode perder o mandato. O PL tinha feito a indicação porque, no cargo, Eduardo não teria obrigação de comparecer à Câmara para as sessões.

Um parlamentar não pode ter mais do que 1/3 de ausências não justificadas em sessões deliberativas.

CPMI do INSS tem prisão de cúmplice do “Careca”

Apontado como a pessoa que sacava o dinheiro desviado de aposentados e entregava para os chefes da quadrilha, Rubens Oliveira Costa foi preso em flagrante por falso testemunho enquanto prestava depoimento na CPMI do INSS nessa madrugada, depois de mais de oito horas de sessão.

A voz de prisão foi dada pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Ele elencou uma série de justificativas para explicar o motivo da prisão: ocultação de documentos; contradições; e mentiras.

Investigações apontaram que Costa seria um operador a serviço de Antônio Carlos Camilo, mais conhecido como Careca do INSS. Ele trabalhava em empresas que apareceram no esquema fraudulento e admitiu ter entregado R$ 949 mil em espécie ao Careca do INSS. Costa multiplicou por 8 seu patrimônio em apenas 3 anos…

Trump fala sobre aumento dos casos de autismo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o uso do analgésico Tylenol por mulheres durante a gravidez está potencialmente ligado ao autismo em crianças. Durante pronunciamento na Casa Branca, Trump recomendou que os americanos evitem ao máximo tomar o medicamento. A Kenvue, que fabrica o medicamento, nega as informações.

Trump disse que a alta nos casos de autismo nos Estados Unidos representa uma “crise terrível”. Segundo o republicano, o país registrou um avanço acima de 400% nos diagnósticos desde 2000. Ele afirmou que há cerca de 20 anos era registrado 1 caso a cada 10 mil pessoas. Atualmente, esse número é de 1 em cada 31 – chegando a 1 em 12 entre meninos na Califórnia.

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